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Roda de Leitura na Fortaleza de São José de Macapá

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No mês de Novembro a “Roda de Leitura” acontecerá, excepcionalmente, no espaço “Escuta Poética”, dentro da programação da II Feira do Livro do Amapá- FLAP. A “Roda de leitura” é uma ação cuja premissa está no compartilhamento, na reflexão daquilo que estamos lendo, na ideia de poder afetar aos outros por nossas leituras e de nos deixarmos afetar também.

Tatamirô Grupo de Poesia: PALAVR(ARMA)DURA... PALAVR(ARMA)DURA - Poesia Sonora do Tatamirô Grupo de Poesia. Apresentação no Projeto Projeção Cultural no Meio do Mundo - Estação Lunar, em 07/12/2017, às 22h30mim, na praia da Fazendinha.

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Jiddu Saldanha, Herbert Emanuel e Leo Lobos na contraluz!

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Escrito em 2007, como uma forma de homenagear a inesquecível diretora teatral Zeniude Pereira, conhecida como Niudes, o poema "Cidade à Contraluz" fecha o ano de 2017, completando seus 10 anos de existência. Foi escrito à quatro mãos, por Jiddu Saldanha e Herbert Emanuel e ganhou, no ano de seu décimo aniversário uma publicação alternativa pelo selo Camarada García. Com a edição esgotada, o livro passou a circular como um "nanico" adorado pelos fãs dos poetas, que já haviam lançado, em 2005, o raríssimo e festejado livro "Do Crepúsculo ao Outro Dia". O Mistério por trás do livro "Cidade à Contraluz" já viveu de tudo, como uma tradução "pirata" que surgiu pela internet, por volta de 2009 e que, da mesma forma como apareceu, desapareceu. Uma briga entre os autores, Herbert e Jiddu por causa de um verso que ainda é um mistério se realmente aconteceu, só fez ampliar a "fofoca literária" em torno do material que, graças ao incent…

CIDADE À CONTRALUZ, o curta-metragem

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O poema “Cidade à Contraluz” escrito a quatro mãos pelos poetas Herbert Emanuel (AP) e Jiddu Saldanha (PR) ganha versão para o cinema no curta homônimo dirigido pelo poeta e também cineasta Jiddu Saldanha, em parceria com Escola de Cinema Darcy Ribeiro e o Grupo Teatro Trupiniquim, ambos do Rio de Janeiro. “Cidade à Contraluz” é filme do projeto Cinema Possível que integra a linguagem do cinema à literatura, ao teatro e às artes visuais. Finalizado em 2014, o curta-metragem será exibido, em Macapá, compondo a Mostra Quintessência da 13ª edição do FIM (Festival Imagem-Movimento), em 07/12/2016, às 19h, no Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço (Av. FAB, 86, Centro)

Para o poeta do Amapá, Herbert Emanuel Oliveira, o filme é uma extensão da palavra poética: “nos causa uma alegria radiante ver um poema que pensamos com palavras se materializar, também, como imagem-movimento; com certeza, acrescenta uma potência a mais, uma extensão  vigorosa à parceria. Outra constata…

Macapá, rumo às coisas infinitas

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A cidade não existe apenas concretamente com seus prédios, praças, avenidas, monumentos, ruas; uma cidade também é sonhada, construída por desejos, pelo imaginário de seus habitantes, artistas, escritores. E, muitas vezes, essa cidade inventada é mais real e pulsante. Quando menos se espera, ela se revela em seus interstícios oníricos por intermédio de uma música, um poema, uma narrativa. É o que a crônica "Infinitozinho" de Heluana Quintas e as colagens das também artistas Tamy Oliveira e Thayse Panda nos proporcionam. Desta forma, o Tatamirô Grupo de Poesia vem celebrar os 258 de nossa cidade. Macapá nos faz sentir como habitantes de um pequeno infinito em que o ponto de partida se confunde com o ponto de chegada. Assim como nós, cada ser nomeado no texto já é um infinito em si mesmo, e esta imagem se expande ainda mais se pensarmos que toda escrita (quando literária) é interminável.












Crônica: Heluana Quintas
Colagens: Tamy Oliveira e Thayse Panda
Edição das imagens: Paulo …

A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO AMOR

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por herbert emanuel

"Constatar o Insuportável: esse grito  serve para alguma coisa: ao me significar que é preciso sair disso, de qualquer maneira, instalo em mim o teatro marcial da Decisão, da Ação, da Saída."                                        Roland Barthes, Fragmentos de um Discurso Amoroso
I - ÍNVIOS SIGNOS DO AMOR:

 À MANEIRA DE ROLAND BARTHES
No livro de Milan Kundera, “A Insustentável Leveza do Ser”, a personagem Teresa não suportando mais a situação de infidelidade de Tomás, decide partir deixando-lhe um bilhete no qual revela não ser suficientemente forte para aceitar (suportar, sustentar) a leveza do seu (dele) amor.

Amar pesadamente (como Teresa) nos torna fracos, suscetíveis a tudo, frágeis; ficamos à mercê do outro, do que ele faz, do que ele diz, do que ele não faz, não diz. Sempre ele, sempre! Somos raptados (Barthes), capturados, aprisionados pelo outro, pela sua imagem (a imagem do amor), ainda que sejamos nós (eu), o sujeito que ama, o raptor, o que partiu …

"AMAR É UM DESERTO E SEUS TEMORES"

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por Herbert e Adriana


A arte e o amor possuem algo em comum: ambos são campos minados. A qualquer momento explodem-se sentidos insuspeitáveis. Talvez por isso não se possa pisá-los de qualquer jeito, desatentamente. Um pouco de cuidado, prudência, convém. Entretanto, o mais importante, é correr o risco. A música Oceano, de Djavan, permite-nos uma reflexão interessante sobre o perigoso e misterioso território das relações amorosas. O amor é retratado a partir de uma abordagem poética e nela podemos perceber todas as implicações decorrentes de um relacionamento amoroso: a solidão, a presença, a ausência, o desejo, a espera, a felicidade, a tristeza...Assim que o dia amanheceu
Lá no mar alto da paixão
Dava pra ver o tempo ruir
Cadê você? Que solidão!
Esquecera de mim
Enfim, de tudo o que há na terra
Não há nada em lugar nenhum
Que vá crescer sem você chegar
Longe de ti tudo parou
Ninguém sabe o que eu sofri
Amar é um deserto e seus temores
Vida que vai na sela dessas dores
Não sabe voltar, m…

Encontro: Gavin Andrews & Jiddu Saldanha

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Organizado por Thayse Panda

O Tatamirô Grupo de Poesia acredita, cada vez mais, que o trabalho em conjunto, a conspiração e a união de diversas artes é o que faz a diferença. Por isso, convidamos Clive Gavin Andrews e Jiddu Saldanha para uma parceria. Suas biografias afetivas foram feitas, respectivamente, pela artista circense Kelita Morena e o poeta Herbert Emanuel.



Clive Gavin Andrews (SIN)
http://frombrazil.blogfolha.uol.com.br/2014/05/01/brazil-nut-farmers-in-the-amazon-jungle-photos


Gavin por Kelita Morena:  Gavin veio de longe, mas parece que é daqui mesmo. Veio por amor e aqui ficou, bom, mais ou menos. Mente livre, corpo livre, ele vive por aí, vivendo. Ele é assim, acorda de manhã nem sempre no mesmo horário, abre a porta lateral e vê o movimento, aí caminha, vai ao vizinho tomar um café, se embala na rede e conta as novas. Aí, conversa com os cachorros e vai trabalhar, com seu capacete amarelo inconfundível e sua jaqueta. Vai de moto, porque o carro nunca funciona. Pra onde ele…